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27 de Maio de 2016
Suinocultura MT: Mercado externo é promissor
Mato Grosso embarcou 15,924 mil toneladas de carne suína no 1º quadrimestre deste ano ao valor total de US$ 27,5 milhões. As cifras são superiores àquelas alcançadas no mesmo período de 2015. Segundo estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), nos 4 primeiros meses de 2015, o Estado exportou apenas 854 toneladas, que renderam US$ 1,352 milhão. Os dados oficiais indicam acréscimos de 1.934% na receita comercial este ano. E, com a obtenção do status de zona livre da peste suína clássica, Mato Grosso poderá ampliar o acesso aos mercados internacionais a médio prazo, afirma o vice-presidente da Associação de Criadores de Suínos (Acrismat), Paulo Lucion.
Nesta quinta-feira (26), em Paris, Mato Grosso recebe o certificado internacional de zona livre da peste suína clássica, entregue na 84ª Sessão Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O evento começou no domingo (22) e termina na sexta-feira (27), com a presença de delegados representantes dos 180 países-membros. O reconhecimento internacional exigiu de Mato Grosso adequações aos padrões exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e A b a s t e c i m e n t o (Mapa) e pela OIE. Adequações que incluíram, por exemplo, a instalação de barreiras fixas sanitárias na fronteira com o Pará.
“A certificação significa a abertura de mercados que ainda não acessamos e que exigem a certificação, como o Japão. Representa um efeito no aumento de investimentos na produção, o que torna o Estado apto a receber novas empresas para explorar esse mercado e intensificar a atividade”, avaliou o secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Alexandre Possebon.
Já o presidente do Indea, Guilherme Nolasco, destaca que a certificação marca um novo tempopara a defesa sanitária animal em Mato Grosso. “A conquista é um marco para a defesa sanitária animal do Estado. Era um desafio conseguir realizar as adequações dentro do prazo”.
PRODUÇÃO - Dados do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) mostram que orebanho suíno mato-grossense cresceu 37,5% no último ano, em comparação com 2014, saltando de 1,901 milhão de cabeças para 2,614 milhões, distribuídas em 415 granjas. O aumento é atribuído ao uso de tecnologia e ao acompanhamento efetivo, fiscalizações e coleta de dados realizados pelos fiscais do Instituto. Mato Grosso é o 5º maior produtor de suínos do país e segundo o Indea, em 2015 foram abatidos 2,255 milhões de animais.
Mato Grosso embarcou 15,924 mil toneladas de carne suína no 1º quadrimestre deste ano ao valor total de US$ 27,5 milhões. As cifras são superiores àquelas alcançadas no mesmo período de 2015. Segundo estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), nos 4 primeiros meses de 2015, o Estado exportou apenas 854 toneladas, que renderam US$ 1,352 milhão. Os dados oficiais indicam acréscimos de 1.934% na receita comercial este ano. E, com a obtenção do status de zona livre da peste suína clássica, Mato Grosso poderá ampliar o acesso aos mercados internacionais a médio prazo, afirma o vice-presidente da Associação de Criadores de Suínos (Acrismat), Paulo Lucion.
Nesta quinta-feira (26), em Paris, Mato Grosso recebe o certificado internacional de zona livre da peste suína clássica, entregue na 84ª Sessão Geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).
O evento começou no domingo (22) e termina na sexta-feira (27), com a presença de delegados representantes dos 180 países-membros. O reconhecimento internacional exigiu de Mato Grosso adequações aos padrões exigidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e A b a s t e c i m e n t o (Mapa) e pela OIE. Adequações que incluíram, por exemplo, a instalação de barreiras fixas sanitárias na fronteira com o Pará.
“A certificação significa a abertura de mercados que ainda não acessamos e que exigem a certificação, como o Japão. Representa um efeito no aumento de investimentos na produção, o que torna o Estado apto a receber novas empresas para explorar esse mercado e intensificar a atividade”, avaliou o secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Alexandre Possebon.
Já o presidente do Indea, Guilherme Nolasco, destaca que a certificação marca um novo tempopara a defesa sanitária animal em Mato Grosso. “A conquista é um marco para a defesa sanitária animal do Estado. Era um desafio conseguir realizar as adequações dentro do prazo”.
PRODUÇÃO - Dados do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) mostram que orebanho suíno mato-grossense cresceu 37,5% no último ano, em comparação com 2014, saltando de 1,901 milhão de cabeças para 2,614 milhões, distribuídas em 415 granjas. O aumento é atribuído ao uso de tecnologia e ao acompanhamento efetivo, fiscalizações e coleta de dados realizados pelos fiscais do Instituto. Mato Grosso é o 5º maior produtor de suínos do país e segundo o Indea, em 2015 foram abatidos 2,255 milhões de animais.