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04 de Dezembro de 2015

Palestra desmistificou mitos e apresentou a saudabilidade da carne suína a técnicas em nutrição esco

A consultora da ABCS e nutricionista, Thaliane Dias, ministrou palestra sobre saudabilidade da carne suína a centenas de merendeiras da rede municipal da capital

Cerca de 300 técnicas em nutrição escolar de Cuiabá participaram da palestra “Saudabilidade da Carne Suína – Saúde e Sabor”, nesta sexta-feira (04.12), no auditório do Ministério da Agricultura (Mapa), em Várzea Grande. O evento foi promovido pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Sebrae e a Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

A palestra, que foi ministrada pela consultora da ABCS e nutricionista, Thaliane Dias, trouxe números referentes à suinocultura brasileira, e contou a história do processo de transformação do "porco-banha" no suíno que hoje é produzido nas granjas, sob cuidados rígidos de inspeção sanitária. Também foram abordados os dados de pesquisas desenvolvidas pela ABCS que reforça a carne suína como uma das mais saborosas da opinião do brasileiro.

A carne suína comercializada hoje no Brasil tem 31% menos de gordura, 14% menos calorias e taxas de colesterol 10% menores do que há 30 anos. Especialmente, o lombo suíno, que apresenta benefícios indiscutíveis à saúde e deve ser considerado uma das melhores opções para o cardápio de quem quer se alimentar de maneira saudável.

Thaliane também abordou o consumo e a saudabilidade da carne suína. De acordo com a nutricionista, a proteína é ainda pouco consumida no Brasil devido ao modo como é apresentada. A maior parte da população não tem conhecimento sobre cortes diferenciados e muitos tem preconceito. Hoje, o mercado oferece ao consumidor mais 30 cortes diferenciados. Estes podem resultar ainda e mais 110 diferentes tipos cortes de suíno.

Quanto à saudabilidade, o nutricionista descartou qualquer possibilidade da carne suína transmitir cisticercose a humanos. “A doença é transmitida pelo próprio homem. Ou seja, é a água contaminada com dejetos humanos infectados pode chegar a verduras e legumes que, sem limpeza adequada, transmitem a doença a outro ser humano. A carne suína não transmite o cisticerco”, garantiu.

Segundo o presidente da Acrismat, Raulino Teixeira, a palestra tem um papel importante na estratégia para o aumento do consumo de carne suína em Mato Grosso. “A palestra leva informações verdadeiras sobre a carne suína a esses potencias consumidores. E com ações como essa conseguimos aumentar consideravelmente o consumo da carne suína”, explicou.

Para a técnica em nutrição da Escola Fernando Leite, Marta Rocha, a palestra foi uma ótima ideia para desmistificar mitos e conhecer dados interessantes. “Eu conheço um pouco sobre a carne suína, sobre os diversos cortes, como é saudável, mas a nutricionista trouxe assim mesmo, muita informação nova. Como o fato dela auxiliar na prevenção de doenças como hipertensão arterial. Foi muito interessante”, disse.