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14 de Janeiro de 2016
ACCS pede ajuda do governo para vender a Coreia do Sul
A abertura de mercado da carne suína catarinense com a Coreia do Sul foi uma das notícias de maior repercussão nos últimos dias. Na análise do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, a competitividade de exportação para os sul-coreanos é muito grande. "Santa Catarina precisa buscar cada vez mais a exportação e só assim a gente conseguirá equilibrar a nossa balança comercial e ter um resultado positivo dentro da produção.
A pergunta que fica é: será que seremos competitivos o suficiente para colocar carne com preço competitivo naquele mercado?", indaga. O presidente da ACCS avalia que não há formas de entrar em um mercado já abastecido sem preços atrativos. Ele acredita que será necessária a ajuda de governo para que o custo de produção seja reduzido dentro de Santa Catarina e, acima de tudo, uma contrapartida pela excelência da proteína produzida. O potencial de exportação dos estabelecimentos catarinenses para a Coreia do Sul é de US$ 108 milhões, o que representa 33 mil toneladas do produto, conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).